© 2010 Lucia Zaidan

Teatro – Peça “A Casa Verde”

Sexta-Feira fui em um daqueles programas que todo mundo classifica como mico total. Fui ver a peça final de uma amiga minha que está se formando no Célia Helena. Normalmente peças de estudante são terríveis, são desconstruídas de um jeito que nem se construísse tudo de novo ficariam boas. Atores novatos com diálogos envelhecidos não são uma boa combinação. Fui prestigiar a minha amiga Sarah Moreira (lembrem-se desse nome) e ver no que ia dar, era a conclusão de curso.

Começou a peça, pensei “sim, mais uma peça desconstruída sem pé nem cabeça que vou ter que dar aquele sorriso amarelo e sugerir para irmos rápido a um restaurante tomar algo e perguntar sobre as fofocas do novo gatinho”. Mas esse pensamento durou pouco, pouco a ponto de não passar da terceira ou no máximo quarta cena onde a peça se encaixou e o público se sentiu a vontade para começar a rir das boas sacadas de texto e interpretação. No final saí com uma idéia só, divulgar a peça por que eu adorei!!! E o melhor é que é de graça. E prestem atenção na Sarah, ela está com um figurino à la Chaplin.

Roteiristas, prestem atenção no discurso final da peça.

Então aqui vai o endereço: “A Casa Verde” no teatro do Célia Helena. às 20h30. Rua Barão de Iguape, 113. Entrada Franca. Quinta, sexta e sábado (não sei se tem domingo)

É lá na Liberdade, então depois dá um pulo em um restaurante japa excelente chamado Kaburá, lá na Galvão Bueno 346, (quase esquina com a Barão de Iguape mesmo). Lá se você falar a palavra “rodízio” vem um samurai correndo e corta a sua cabeça. Sushi california, maionese e cream cheese também são palavras estritamente proíbidas. Peça os sashimis, também recomendo uns espetinhos grelhados, e a anchova é de dar agua na boca enquanto escrevo. Detalhe importante, lá não aceita cartão de crédito. Depois de jantar e beber muito, se puder, converse um pouco com os irmãos que são donos, Satoshi e Itoshi, figuraças com altas histórias. 

Aqui fica a minha sugestão de roteiro para o final de semana.

2 Comments

  1. Posted 9 de Agosto de 2010 at 17:30 | #

    Legal. às vezes o q pensamos ser ruim pode se revelar algo bem bacana. Sinto q esse é o grande barato da vida, nos surpeender a cada nova curva, nessa estrada longa.

    E, qto à peça, o complicado é não ter como ver, pois esse tipo de coisa, quando vem a BH, nunca é de modo franco.

    Beijão!!

  2. Sarita
    Posted 9 de Agosto de 2010 at 18:47 | #

    Opaaa, olha eu aqui! Amei o post e sim, tem domingo sim, às 18h! Corram pq são as últimas apresentações! Bjos mil!

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